Home/Curiosidades e Dicas/13 Maiores Erros de Quem Começa a Beber Vinho (E Como Evitá-los)

13 Maiores Erros de Quem Começa a Beber Vinho (E Como Evitá-los)

erros-de-quem-comeca-a-beber-vinho



Todos nós cometemos alguns erros quando começamos a beber vinho.

Até degustadores mais experientes, vez ou outra, acabam cometendo alguma gafe.

Segurar a taça de maneira incorreta, servir a bebida na temperatura inadequada e abrir uma garrafa de espumante de forma perigosa, são apenas alguns dos erros que você pode estar cometendo.

Mas fique tranquilo!

Neste artigo você vai descobrir quais são os 13 maiores erros de quem começa a beber vinho, e o melhor: você vai aprender como evitá-los.

Continue lendo para descobrir o que NÃO FAZER na hora de beber vinho e aumente ainda mais o seu conhecimento.



1) Não Comprar Vinho Com Tampa de Rosca

vinho-com-tampa-de-roscaMuitos acreditam que os vinhos com tampas de rosca (as famosas screwcaps) são produtos de menor qualidade e optam por garrafas fechadas à rolha.

Mas poucos sabem que as tampas de rosca são extremamente eficientes para o fechamento da garrafa – dificultando a entrada do oxigênio e garantindo que os vinhos (principalmente os mais delicados) permaneçam frescos e bem preservados por mais tempo.

E com os mesmos objetivos das tampas de rosca são utilizadas as rolhas de materiais sintéticos.

Já as rolhas naturais (aqui estamos falando de cortiça) são indicadas para vedar as garrafas de vinhos nobres e de guarda, pois com o passar dos anos, permitem uma entrada mínima de oxigênio no recipiente, assegurando o envelhecimento do vinho a longo prazo.

Portanto, se você costuma comprar vinhos jovens, de safras mais recentes e os consome dentro de poucos meses, tanto faz escolher vinhos fechados com tampas de rosca, rolhas de cortiça ou sintética.

Mais importante que o tipo de fechamento da garrafa, é selecionar um bom local para comprar vinhos de qualidade e saber como escolher um bom vinho.



2) Escolher um Vinho Pelo Rótulo ou Formato da Garrafa

rotulo-garrafa-de-vinhoUm rótulo bonito e uma garrafa com um formato novo podem ser muito atraentes.

Pegamos o produto nas mãos, apreciamos o trabalho do ilustrador/designer e imaginamos o recipiente em exposição no lugar mais privilegiado da nossa sala de estar.

Infelizmente, alguns destes produtos – não todos – farão bonito na prateleira e feio na taça.

Já tive a infelicidade de comprar produtos lindos mas que me decepcionaram depois de abertos.

O importante é termos em mente que a qualidade do vinho nada tem a ver com a beleza de seu rótulo, o formato de sua garrafa ou – como muitos também acreditam – a presença ou tamanho da concavidade no fundo do recipiente.



3) Abrir a Garrafa Para Deixar o Vinho Respirar

garrafa-de-vinho-abertaO contato com o ar acelera o processo de oxidação dos vinhos.

E para alguns deles, a exposição ao oxigênio durante um determinado período de tempo pode ser benéfica, fazendo com que o processo de ‘envelhecimento’ da bebida seja acelerado, despertando então as suas melhores qualidades.

Porém, abrir a garrafa e deixá-la aberta não é a melhor maneira de oxigenar o vinho.

Uma aeração eficiente se dá através do contato do ar com a superfície da bebida e, se pensarmos rapidamente, em um decanter ou até mesmo em uma taça, a superfície do líquido que fica exposta ao ar é maior do que dentro da garrafa.

Resumindo, se não tivermos um decanter, basta servir o vinho e deixá-lo ‘respirar’ na taça pelo tempo que for adequado.



4) Sacudir o Espumante Para Remover a Rolha

abrir-garrafa-de-espumante

Foto: Andy Wright / CC BY 2.0

Quem nunca fez isso na virada do ano que atire a primeira rolha!

Por mais divertido que seja ouvir o estouro e arremessar a rolha longe, esta não é uma forma adequada de abrir a garrafa de espumante, por vários motivos:

  • Parte da bebida é perdida, pois transborda ao balançar a garrafa;
  • O tão apreciado gás e as borbulhas se perdem;
  • Podemos atingir e machucar alguém com a rolha;
  • Podemos nos molhar e molhar as pessoas que estiverem por perto.

A garrafa deve ser aberta devagar e sem estardalhaço – principalmente em locais públicos -, segurando firmemente a rolha com uma mão e a girando a base da garrafa com a outra.

Ao servir, despeje lentamente uma pequena quantidade da bebida na taça e, quando a espuma baixar, complete com 2/3 da sua capacidade.



Está gostando da leitura?



5) Servir o Vinho Tinto à Temperatura Ambiente

temperatura-vinho-tintoA temperatura tem muita influência na percepção que temos do vinho.

Servi-lo na temperatura correta é fundamental para que ele expresse todo o seu potencial.

Devemos ter em mente que, além da temperatura mudar de acordo com as estações do ano, em algumas cidades – principalmente do norte e nordeste do país – ela pode chegar aos 40°C.

Imagine beber um vinho à esta temperatura.

Quando o vinho está muito quente, o álcool se sobressai e sua experiência com a bebida será ruim.

Por outro lado, se o vinho estiver frio demais, seus aromas podem desaparecer completamente.

Leia nosso guia básico de vinhos tintos e saiba em quais temperaturas podemos servi-los.



6) Não Servir o Vinho em Taças Adequadas

tacas-adequadas-para-vinhoCada um dos tipos de vinho tem suas taças adequadas de serviço.

Em um mundo perfeito, deveríamos ter, por exemplo, uma taça para rosés, outra para brancos, uma para Bordeaux, outra para Borgonha, e assim por diante.

Mas em caso de necessidade, podemos fugir às regras e aproveitar o vinho em outro recipiente qualquer, mas, não devemos fazer disso uma prática.

Por que uma taça e não um copo comum?

Uma taça de vinho possui o bojo com diâmetro perfeito para que, ao girar o vinho, ele se oxigene e expresse todos os seus aromas. A haste permite segurar a taça sem deixar marcas de dedos e sem aquecer a bebida.

Outra prática comum, que também deve ser evitada, é servir o vinho tinto ou branco em taças de espumante flute – aquelas mais fininhas e compridas -.

Vinhos brancos e tintos precisam de maior área de contato com o ar dentro da taça, além da clássica giradinha na bebida para liberar seus aromas – o que a taça flute não permite.

Ter uma taça para cada tipo de vinho pode sair caro e, em muitos casos, desnecessário.

Então podemos simplificar e ter, pelo menos, uma taça para vinhos tranquilos (brancos, rosés e tintos) e outra para os vinhos espumantes.

Dê preferência às taças de cristal em vez de vidro, pois contém pequenos poros que quebram as moléculas do vinho quando são girados, liberando com mais facilidade seus aromas.



7) Colocar Gelo no Vinho

gelo-no-vinho

Foto: Arthur Caranta / CC BY-SA 2.0

A elaboração de um vinho consiste em diversas etapas que são realizadas com muito cuidado e carinho pelos profissionais envolvidos.

Existe um trabalho árduo para se obter a concentração ideal da bebida, além de paciência, para que, em muitos casos, o vinho repouse nas caves dos produtores durante meses – ou até anos – para que o produto final atinja o resultado pretendido pelo enólogo.

Colocar gelo nada mais é do que misturar água na bebida, perdendo todo o seu caráter, concentração, equilíbrio, aromas, entre outras características.

Sirva o vinho na temperatura correta e aproveite tudo o que ele tem para lhe oferecer.

Se você considerar o vinho quente, resfrie-o colocando na geladeira ou a garrafa dentro de um balde com gelo.

Nunca coloque gelo dentro do seu vinho.



8) Encher Demais a Taça

tacas-de-vinho-cheias

Foto: Susanne Nilsson / CC BY-SA 2.0

A taça de vinho precisa de um considerável espaço vazio para que possamos aproveitar a bebida da melhor maneira.

Quando a taça está muito cheia, temos os seguintes problemas:

  • A taça fica pesada, tornando difícil andar com ela na mão;
  • Nos impossibilita girar o vinho, para oxigená-lo e expandir seus aromas;
  • O vinho vai esquentar;
  • Podemos derramar o vinho;
  • Não será possível inclinar a taça para observar a cor, lágrimas e demais características do vinho.

O correto é completar cerca de 1/3 da capacidade da taça.



9) Segurar a Taça Pelo Bojo

Mostre-me como seguras a taça e te direi quem és.

Quando estamos degustando com muitas pessoas, é fácil perceber quem não ‘é do ramo’ pela forma como seguram a taça.

Brincadeiras a parte, podemos segurar a taça da maneira que nos for conveniente, porém, existem pelo menos 5 problemas em segurar a taça pelo bojo.

Leia o artigo sobre como segurar uma taça de vinho corretamente para não passar vergonha e sempre aproveitar seu vinho da melhor maneira possível.



Está gostando da leitura?



10) Beber Sempre o Mesmo Vinho

adega-de-vinhoÀs vezes passamos um bom tempo em busca de um vinho que nos agrade e, quando o encontramos, ficamos presos a ele por medo de errar em futuras escolhas.

No mundo dos vinhos sempre há possibilidades a serem exploradas e, se ficarmos presos ao mesmo vinho, não aproveitamos tudo o que os diferentes estilos, regiões, países e uvas tem a nos oferecer.

Um vinho tinto é fantástico mas, tente também, um espumante, rosé ou um vinho de sobremesa.

Saia um pouquinho do Cabernet Sauvignon e Malbec e prove um Sangiovese, Tempranillo ou Zinfandel.

Experimente vinhos da Nova Zelândia, Eslovênia e Grécia em vez de sempre insistir nos argentinos e chilenos.

Você vai se impressionar com tanta coisa boa que vai encontrar.



11) Servir Os Vinhos Na Sequência Incorreta

garrafas-de-vinho-em-sequencia

Foto: Alex Brown / CC BY 2.0 / Modificado do original

Quando temos à disposição diferentes tipos de vinhos, é fundamental montarmos a sequência correta para servi-los.

Alguns, por serem mais doces, encorpados ou alcoólicos, podem sobressair aos demais caso sejam servidos primeiro, apagando as características daqueles que vêm na sequência.

A ordem de serviço apresentada a seguir, pode ajudá-lo a servir os vinhos na sequência correta:

Dos mais Leves → Aos mais Encorpados

Os vinhos que fazem maior volume na boca devem ser servidos por último. Neste caso, a ordem correta seria:

Espumantes → Brancos → Rosés → Tintos → Fortificados/Sobremesa

Dos Brancos → Aos Tintos

Esta sequência assemelha-se à anterior, onde, geralmente, os vinhos brancos são mais leves que os rosés que, por sua vez, são mais leves que os tintos.

Mas esta não é uma regra a ser seguida ao pé da letra.

Alguns Chardonnays brancos, por exemplo, amadurecidos em barris de carvalho, podem ter mais corpo que alguns rosés e até mesmo tintos mais leves.

Dos menos Alcoólicos → Aos mais Alcoólicos

A elevação alcoólica pode dar uma sensação de peso e, muitas vezes, de doçura ao vinho.

Mas fique atento a um detalhe: o álcool não é o único elemento que fornece peso à bebida. Um Shiraz sul-africano de 13%, por exemplo, será mais encorpado do que um Pinot Noir chileno de 13,5 ou 14%. Isso por que as características destas uvas são bem diferentes.

Caso você tenha em mãos dois Pinot Noirs, por exemplo, opte por servir primeiro aquele que tiver a menor graduação alcoólica.

Dos mais Secos → Aos mais Doces

Os vinhos mais doces impregnam nosso paladar de modo a deixar os demais sem gosto, fazendo-os parecer desinteressantes.

Se você tiver dois espumantes, um brut (mais seco) e um moscatel (mais doce), por exemplo, deixe o moscatel para ser servido por último.

Vinhos do Porto devem ficar no final da fila, pois são mais alcoólicos e doces.

Dos Jovens → Aos Envelhecidos

Vinhos envelhecidos são mais complexos do que os vinhos ainda jovens.

Esta sequência de serviço faz mais sentido quando provamos garrafas de um mesmo vinho, porém, de safras diferentes.

Desta forma, é ideal servirmos as safras mais recentes primeiro, para que possamos acompanhar a evolução da bebida com o passar dos anos.



12) Fazer Harmonizações Inadequadas

harmonizacoes-inadequadas

Foto: Mike Schmid / CC BY-SA 2.0

Já falamos que, às vezes, passamos um bom tempo procurando por um vinho que nos agrade e, quando o encontramos, ficamos presos a ele.

E um dos erros mais comuns é harmonizarmos nosso vinho preferido com todo tipo de prato possível.

Para realizar combinações adequadas, leia nossos artigos sobre harmonizações e fique atento às regras básicas para combinar vinhos e refeições.

É claro que as regras não devem ser seguidas à risca, é preciso ousar de vez em quando para descobrir novas possibilidades e aproveitar os melhores momentos com o vinho.

Peso x Peso

Tente equilibrar o peso da refeição com o do vinho.

Uma entradinha leve não vai combinar com um vinho tinto encorpado; assim como um vinho leve e fresco pode desaparecer se combinado à uma feijoada.

Acidez x Acidez

Tente ajustar a acidez dos ingredientes com a do vinho e terá uma harmonização positiva.

Pratos que levam molhos ácidos como os de tomate, por exemplo, combinam bem com vinhos de acidez pronunciada, como os espumantes, a maioria dos brancos leves e tintos médios de uvas como a Barbera e Sangiovese.

Taninos x Proteínas

Os taninos são polifenóis que interagem com as proteínas naturais da nossa saliva e causam uma sensação de boca seca – ou boca amarrada, como muitos costumam dizer.

Alimentos ricos em proteínas, como as carnes vermelhas, são perfeitos para amortecer a ação dos taninos, diminuindo a sensação adstringente deixada pelos polifenóis.

Vinhos elaborados com as uvas Tannat, Cabernet Sauvignon, Shiraz (Syrah) e Malbec são alguns exemplos de vinhos considerados tânicos.

Doce x Doce

O ideal é tentar igualar o nível de açúcar para que a harmonização fique perfeita.

Basicamente, as sobremesas como pudins, chocolates ao leite, brigadeiros e bolos doces com frutas, podem ser combinados com espumantes doces (como o Moscatel), Vinhos do Porto, Jerez e Late Harvest (Colheita Tardia).



13) Guardar o Vinho Destampado Na Geladeira

Muitas vezes não conseguimos consumir todo o vinho, deixando um pouquinho da bebida na garrafa.

Esta sobra não precisa ser jogada fora, pois é possível fazer muitas coisas com ela, como, por exemplo, cozinhar, fazer vinagre ou até mesmo beber no dia seguinte.

Guardar a sobra na geladeira é uma prática comum, porém, a garrafa nunca deve ser guardada destampada, pois o vinho pode absorver os aromas – de alimentos e outras bebidas – ali presentes.

Mesmo tampando e guardando a garrafa, este vinho que sobrou não vai durar eternamente.

Outro problema em deixar a garrafa destampada, é o contato demasiado com o oxigênio, que oxidará o restante da bebida mais rápido.

Se a sua intenção é beber o restante do vinho, o ideal é ter pequenas garrafas de 187 ou 375ml para que você as encha com a sobra e não deixe espaço vazio para o oxigênio.

Leia também nosso artigo com os principais acessórios para vinho e descubra os melhores itens para tampar sua garrafa com eficiência.



Conclusão …

Como dito no início, todos nós cometemos alguns erros quando começamos a beber vinho, e tentar evitá-los fará com que aproveitemos melhor aquilo que a bebida de Baco tem a nos oferecer.





Chegamos ao fim da leitura!

Se você gostou deste artigo, compartilhe com seus amigos que queiram aprender mais sobre vinhos e deixe seu e-mail abaixo para receber gratuitamente mais conteúdos como este.

By | 2017-05-30T06:57:47+00:00 22 abril, 2016|Curiosidades e Dicas|26 Comments

Sobre o Autor:

Thiago Ross
Thiago Ross é um apaixonado por vinhos, que após viajar ao Chile e Argentina e conhecer de perto a cultura do vinho, decidiu aprofundar-se no assunto e compartilhar o conhecimento com você. Saiba Mais >

26 Comentários

  1. Adriana Delgado 27/09/2018 at 20:08 - Reply

    Boas respostas…obrigada pelos esclarecimentos.Hoje temos uma variedade grande de vinhos a nossa disposição,mas como escolher se você não tem conhecimento sobre o assunto?..Pelo menos tenho o paladar..sei quando estou tomando um bom vinho….Pelo preço?À partir de que valor podemos comprar um bom vinho tinto?

  2. Gloria Ribeiro Torquato 29/06/2018 at 22:19 - Reply

    Excelente partilhamento do seu saber sobre vinhos! Parabéns

  3. Jairo Estevam 13/06/2018 at 20:08 - Reply

    Olá, Thiago. Muito boa matéria. Eu gosto muito de vinho seco.Eu me lembro de quando eu era criança. meu pai sempre comprava um vinho de garrafão, seco. Eu devia ter uns 5 anos mais ou menos, e ele sempre me dava um pouquinho numa xícara bem pequena. Nunca mais esqueci o sabor daquele vinho, mas tambem nunca mais consegui encontrar. E meu pai ja faleceu.Estou á procura daquele sabor perdido na minha infância.

  4. Geraldo Nichelle 11/06/2018 at 21:10 - Reply

    Boas dicas e refinada maneira de reverter as objeções contidas nos comentários menos favoráveis. Gostei. Abraços

  5. Marcelo 26/05/2018 at 20:19 - Reply

    Parabéns pelo Blog Thiago, muitas informações bacanas principalmente para quem está começando na arte de apreciar um bom vinho…adoro vinhos e sonho um dia em produzir as minha próprias garrafas hehe. Há…ia esquecendo, sobre o erro nº 1 das garrafas de vinho com tampa de plástico rosqueável, eu particularmente não gosto e cometo o erro rsrs, pois aprecio a tradição e gosto das antigas e boas rolhas que há milênios fecham as garrafas, mas é uma opinião particular minha, espero que ninguém me processe por isso…mas mesmo você DEFENDENDO as tampas de plástico eu acredito que garrafa de vinho VERDADEIRA é aquela fechada com ROLHA…e para os iniciantes, vinho tem muito a ver com paixão. Sendo assim, cada um terá que descobrir a encontrar a sua…grande abraço!

    • Thiago Ross
      Thiago Ross 19/06/2018 at 11:34 - Reply

      Olá Marcelo, obrigado pelo comentário.

      Só lembrando que as screwcaps não são de plástico. São produzidas com um material metálico, que acredito ser alumínio.

      Um abraço.

  6. Márcio Almeida 17/05/2018 at 12:56 - Reply

    Parabéns pelo blog. Minha primeira vez aqui e já gostei. Nunca bebi vinho por prazer, pretendo começar a fazer. Você é muito educado em suas respostas. Forte abraço.

  7. Claudivam 31/03/2018 at 17:34 - Reply

    Olá Thiago moro no sertão da Paraíba e aprecio um bom vinho qual vinho é mais indicado pra minha região

    • Thiago Ross
      Thiago Ross 10/04/2018 at 16:25 - Reply

      Olá Claudivam,

      Vinho bom é aquele que a gente gosta 😉

  8. Isabella 03/03/2018 at 18:02 - Reply

    Amei, perfeito✌️👏
    Thiago venha tomar um vinho com a gente aqui no Japão)

    • Thiago Ross
      Thiago Ross 11/03/2018 at 18:43 - Reply

      Rs. Obrigado pelo convite, Isabela. E obrigado por acessar o site de tão longe 🙂

  9. Hélio Mendes 04/02/2018 at 10:45 - Reply

    Meu caro Thiago
    A tua afirmação (Não comprar vinhos com tampa de rosca ) Não cai bem para as Vinícolas do Brasil e do mundo .
    Você já tomou um Chardonnay da. Miolo ou da Almadén ? Pois bem como formador de opinião parece que
    não começou bem .
    Verifique a página 7 da revista Adega do mês de janeiro e pense bem antes de afirmações com consequencias comerciais que pode te levar a um processo sem precedente .
    Hélio Mendes
    Sommelier

    • Thiago Ross
      Thiago Ross 28/02/2018 at 12:38 - Reply

      Meu caro Hélio Mendes – Sommelier,

      Primeiramente, obrigado pela visita. Será sempre bem-vindo ao Vida&Vinho!

      Aproveitando o gancho deste conteúdo que fala sobre “os maiores erros que as pessoas cometem”, permita-me dizer que você cometeu um erro grave: fazer uma acusação sem ao menos ler o conteúdo completo da matéria.

      Mas não tem problema 🙂 Eu mastigo aqui pra você:

      O artigo em questão cita 13 manias ou crenças que eu, Thiago Ross, considero erros de pessoas que começam a beber vinho.

      Uma destas manias ou crenças (que eu considero um erro) é “Não comprar vinho com tampa de rosca”.

      Para ficar mais claro, vou reproduzir o conteúdo completo da matéria:

      Erro 1 – Não Comprar Vinho Com Tampa de Rosca – Muitos acreditam que os vinhos com tampas de rosca (as famosas screwcaps) são produtos de menor qualidade e optam por garrafas fechadas à rolha.

      Mas poucos sabem que as tampas de rosca são extremamente eficientes para o fechamento da garrafa – dificultando a entrada do oxigênio e garantindo que os vinhos (principalmente os mais delicados) permaneçam frescos e bem preservados por mais tempo.

      E com os mesmos objetivos das tampas de rosca são utilizadas as rolhas de materiais sintéticos.

      Já as rolhas naturais (aqui estamos falando de cortiça) são indicadas para vedar as garrafas de vinhos nobres e de guarda, pois com o passar dos anos, permitem uma entrada mínima de oxigênio no recipiente, assegurando o envelhecimento do vinho a longo prazo.

      Portanto, se você costuma comprar vinhos jovens, de safras mais recentes e os consome dentro de poucos meses, tanto faz escolher vinhos fechados com tampas de rosca, rolhas de cortiça ou sintética.

      Mais importante que o tipo de fechamento da garrafa, é selecionar um bom local para comprar vinhos de qualidade e saber como escolher um bom vinho.

      Bem, acredito que agora tenha ficado claro que, em nenhum momento, afirmei que os consumidores de vinhos não devam comprar vinhos com tampa de rosca.

      Pelo contrário, no texto eu explico a eficiência das screwcaps e para quais tipos de vinhos ela é mais indicada.

      • Francisco Garboggini 13/06/2018 at 20:27 - Reply

        Memorável Sommelier, hein, Thiago?
        …Impressionante como as pessoas comentam sem ler.
        Parabéns pelo excelente texto.

  10. Márcia 15/11/2017 at 19:15 - Reply

    Gostaria de beber um cálice de vinho tinto por dia mas como devo guardar a garrafa depois de aberta?

  11. Osmane 08/10/2017 at 11:31 - Reply

    Muito bom….

  12. miriam 22/04/2017 at 00:23 - Reply

    Teus artigos são de grande valia principalmente aos iniciantes na arte de degustar e saborear bons vinhos. Para os privilegiados moradores da região serrana gaucha, estas informações vem a somar as praticas cotidianas na arte de beber um bom vino com suas origens e tradições. Quando retornar a nossa região não deixe de visitar as vinícolas de Gramado e Canela…

    • Thiago Ross
      Thiago Ross 06/05/2017 at 22:20 - Reply

      Oi Miriam,

      As vinícolas de Gramado e Canela estão em meus planos futuros!

      Obrigado pela sua participação 🙂

  13. Cinara 12/12/2016 at 06:34 - Reply

    Adoro tomar vinho do Porto e gostaria de saber se é uma forma errada tomar vários cálices e não apenas um como degustação, mesmo que não seja um vintage.

    • Thiago Ross
      Thiago Ross 12/12/2016 at 13:06 - Reply

      Olá Cinara, como vai?

      O Vinho do Porto, assim como os demais vinhos fortificados e de sobremesa, geralmente são bebidos em quantidades menores por conta do seu teor alcoólico e doçura extremamente elevados. Entretanto, fica a critério de cada indivíduo (com idade suficiente para ingerir bebidas alcoólicas) ingerir a quantidade que lhe é conveniente e prazeroso.

      Minha única dica, independente do estilo de vinho é: beba com moderação!

      Um abraço.

  14. helio paiva 24/06/2016 at 13:26 - Reply

    Muito bom, rico em informações que no dia a dia a gente nem percebe que estamos procedendo erradamente.valeuu

    • Thiago Ross
      Thiago Ross 26/06/2016 at 16:08 - Reply

      Pois é Helio,

      As vezes torna-se automático fazermos alguma coisa errada sem perceber, mas as dicas estão aí para nos lembrar rs.

      Abraços.

  15. André Teodoro 17/06/2016 at 13:27 - Reply

    Parabéns pelo artigo. Muito esclarecedor!

    • Thiago Ross
      Thiago Ross 17/06/2016 at 16:00 - Reply

      Obrigado André!

      Volte sempre ao blog 🙂

  16. Regina Caetano 12/05/2016 at 21:35 - Reply

    Adorei ler este artigo , achei muito valido suas orientações para os que vão iniciar a degustar vinhos .

    • Thiago Ross
      Thiago Ross 02/06/2016 at 12:38 - Reply

      Obrigado Regina!

      Bom saber que os artigos estão ajudando aqueles que iniciam.

      Esta é a proposta do blog 😉

Deixe um comentário